A Madeira que fica na memória
Há a Madeira dos grandes miradouros, das montanhas e do Atlântico.
E depois há a Madeira que se descobre devagar.
Uma flor que aparece junto à estrada.
Uma casa entre bananeiras.
Uma estrada que serpenteia pela encosta.
O cheiro da terra depois da chuva.
O Atlântico
Está sempre por perto. À frente, entre as montanhas, ao fundo de uma estrada. E há qualquer coisa reconfortante nisso
As bananeiras
Entre o mar e as montanhas, as bananeiras fazem parte da paisagem. São tão presentes que, ao fim de alguns dias, já parecem fazer parte do cenário de todos os dias.
As estradas
Na Madeira, o caminho também faz parte do destino. Uma curva, uma subida, uma janela aberta — e uma paisagem que não estava no plano.
As nuvens
Aqui, o céu também muda de cenário. Pode começar o dia com sol e, pouco depois, estar rodeado de montanhas e nevoeiro.
As pequenas paragens
Nem todas precisam de uma razão. Às vezes, basta gostar da vista.
Os pequenos momentos
Um café sem pressa. Um mergulho depois de um dia a explorar. Uma conversa ao pôr do sol.
No final, talvez sejam estas pequenas coisas que tornam a Madeira tão difícil de esquecer.